I AM NOT MOVING
“apontamento”
Às vezes não tenho tanta certeza de quem tem o direito de dizer quando uma pessoa está louca e quando não. Às vezes penso que nenhum de nós é totalmente louco e que nenhum de nós é totalmente são até que nosso equilíbrio diga ele é desse jeito. É como se não importasse o que o sujeito faz, mas a forma como a maioria das pessoas o vê quando ele faz.
Foda vida foda

Esse mundo não é nada justo! Você nasce, aí dá aquela básica choradinha, mas tudo bem. Não lembramos, pelo menos conscientemente, de nada disso, ou daquilo. Leia mais…
O Homem Gay e a Mídia
“Sexo seguro entre lésbicas”

O texto abaixo não trata exatamente do sexo seguro entre lésbicas e pode NÃO ser indicado a pessoas sensíveis! Eu avisei! ¬¬
Olá moças que gostam e praticam sexo! Como vão? Leia mais…
HOMO ERECTUS
Genderfuck

“Genderfuck” (literalmente: foder com o gênero) refere-se a performances que propositalmente embaralham e jogam com identidades, papéis e personificações tradicionais de gênero, ressaltando suas ambivalências e instabilidades. São frequentemente (mas não exclusivamente) associadas a artistas do mundo da música popular, como David Bowie, Peaches, Marilyn Manson, Annie Lennox e outros. Vistos retroativamente, grupos populares no Brasil nos anos 1970, como os Dzi Croquettes e Secos & Molhados (cujo vocalista, Ney Matogrosso, segue até hoje em carreira solo) poderiam ser incluídos como exemplos de performance genderfuck.
Em nome do Genderfuck, vamos ouvir algumas boas músicas de artistas que fodem com o gênero! Leia mais…
armários
Tenho lido muito esses dias, e lerei mais ainda. Portanto, como meu tempo anda atabalhoado, vez ou outra vou postar trechos de algo que gostei. Até pra eu não ficar tanto tempo sem postar nada aqui.
O fragmento que escolhi é do texto “A epistemologia do armário“, que trata, basicamente, da construção deste, de suas implicâncias, causas e consequências; enfim, de sua epistéme. Mas a parte selecionada em si, conta a história de Esther e sua angústia diante da necessidade de revelar seu segredo.
Espero que gostem…
The Ten Rules
Por: @a_ignota

Enquanto navegava pelo YouTube, encontrei The Ten Rules: A Lesbian Survival Guide (As Dez Regras: Um Guia de Sobrevivência Lésbica): um curta-metragem escrito,produzido e interpretado pela atriz norte-americana Michelle Paradise em 2002 (EUA). Em apenas 28 minutos, o curta retrata “a vivência lésbica em um pequeno ciclo social, onde Jen (Michelle Paradise) possui grandes amigas e detém as dez regras para sobrevivência no mundo lésbico. Porém, falta o mais importante, o que Jen persegue por anos, a chance de reencontrar o amor em sua vida. O curta se passa em uma festa, onde ela expõe as dez regras lésbicas enquanto as ilustra com a vida sentimental das participantes”. Leia mais…

Por: Té P.



