12.06 E se…?!

Estava ali no meu típico banho da madrugada e, como de costume, pensei, pensei e pensei. Provavelmente tudo o que se seguirá soará extremamente clichê, demasiado conhecido, batido, blá blá blá e coisas do gênero.
Muitas coisas têm se passado pela minha cabeça. As várias relações que estabelecemos interna e externamente, com uns poucos e com vários outros; tantos (!), que muitos nos são desconhecidos. Talvez sejam principalmente desconhecidos.
A aparente verdade é que, cada vez mais, estamos perdendo até as nossas possibilidades dentro dos possíveis infinitos. São tantas receitas do que se ter, do que ser, de como agir, do que importa, do que não importa, de obrigações, “direitos” e mais deveres, de preocupações com o que não existe (o futuro)…
Quem disse que é errado?!
Na verdade, não dá pra ser diferente!
A catimba e o recalque do homofóbico

Por Miguel Rios
O que dói no homofóbico é a derrota que se amplia. De goleada. Dói é a torcida adversária comemorar mais alto, enquanto ele, defasado, sai de fininho do estádio. Sai de nariz em pé, mas de alma cabisbaixa. Resta-lhe passar recibos com aquele discurso de Facebook já desmascarado, embalado naqueles quadradinhos de diagramação tosca. Arde nele ver famílias LGBTTs cada vez mais aí, sem timidez, sem medo, com direitos, aceitas, felizes. Leia mais…
A cor dessa cidade: Daniela Mercury!

Quem acompanha o Na ponta dos dedos, apesar de seus hiatos, acostumou-se com uma ausência de postagens relacionadas à “fofocas” sobre a vida de personalidades, com quem elas namoravam, apareciam acompanhadas, o que faziam etc. Porém, como bem vi pelo facebook, em tempos de Felicianos, Bolsonaros e Joelmas, precisamos de MAIS DANIELA!
Em meio a tantas “personalidades” homossexuais e bissexuais – totalmente assumidas ou “parcialmente” assumidas (se é que é possível) – que se eximem de seu papel político na esfera social, supondo desempenhar um papel neutro, ou argumentando que levantar bandeiras “reduziria” “o” ou “os” outros lados/grupos, soa verdadeiramente acalentador observar a postura pontual da cantora Daniela Mercury. E, dessa forma, podemos ver como o “privado” é realmente político.
Felicidades ao casal!
Violência contra homossexuais
Por: Dr. Drauzio Varella
A homossexualidade é uma ilha cercada de ignorância por todos os lados. Nesse sentido, não existe aspecto do comportamento humano que se lhe compare.
Não há descrição de civilização alguma, de qualquer época, que não faça referência à existência de mulheres e homens homossexuais. Apesar dessa constatação, ainda hoje esse tipo de comportamento é chamado de antinatural.
Gaydar: pesquisa!

Quem nunca conversou sobre o gaydar?! Acho que ele é assunto, no mínimo, na maioria das rodas de amigas e amigos, e a pergunta: será que ela é (?), vira e e mexe se faz presente!
Bom, mais ou menos por esse motivo é que o Gaydar virou uma pesquisa de Mestrado! Quem (do sexo feminino!) quiser participar e ajudar a pesquisa, por favor, é só enviar um e-mail para: pesquisa.radarg@gmail.com ou deixe seu e-mail nos comentários desse blog!
Se alguém quiser espalhar essa “busca”, sinta-se à vontade!


Por: Té P.


