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I AM NOT MOVING

15 outubro, 2011

“apontamento”

13 outubro, 2011
Às vezes não tenho tanta certeza de quem tem o direito de dizer quando uma pessoa está louca e quando não. Às vezes penso que nenhum de nós é totalmente louco e que nenhum de nós é totalmente são até que nosso equilíbrio diga ele é desse jeito. É como se não importasse o que o sujeito faz, mas a forma como a maioria das pessoas o vê quando ele faz. 
WILLIAM FAULKNER, Enquanto eu agonizo (São Paulo, Mandarim, 2001, tradução de Wladir Dupont).

Foda vida foda

23 setembro, 2011

Esse mundo não é nada justo! Você nasce, aí dá aquela básica choradinha, mas tudo bem. Não lembramos, pelo menos conscientemente, de nada disso, ou daquilo. Leia mais…

O Homem Gay e a Mídia

14 setembro, 2011

“Sexo seguro entre lésbicas”

9 setembro, 2011

O texto abaixo não trata exatamente do sexo seguro entre lésbicas e pode NÃO ser indicado a pessoas sensíveis! Eu avisei! ¬¬

Olá moças que gostam e praticam sexo! Como vão? Leia mais…

HOMO ERECTUS

28 agosto, 2011

Casamento entre Homossexuais no Brasil

29 junho, 2011

Por: Enézio de Deus 

Foi com muita felicidade que recebi as notícias da conversão de duas uniões estáveis homoafetivas em casamento esta semana. Casamento entre homossexuais no Brasil: realidade em construção, demanda da sociedade. Estes são alguns dos muitos desdobramentos da decisão do Supremo Tribunal Federal que reconheceu, analogicamente, como união estável (e, pois, como família) a união entre pessoas do mesmo sexo – no julgamento da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) nº 132/RJ e da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) nº 4277, em maio de 2011. Assim, desde que preenchidos determinados requisitos legais – consubstanciados na convivência factual pública (notória, ostensiva), contínua, duradoura e com perspectiva de vida em comum -, casais de pessoas do mesmo sexo formam uniões estáveis em nosso país, podem se casar e estão aptas ao usufruto de todos os direitos e ao exercício de deveres decorrentes do mesmo sentimento que une pessoas heterossexuais: o AMOR. Leia mais…

Genderfuck

15 junho, 2011

“Genderfuck” (literalmente: foder com o gênero) refere-se a performances que propositalmente embaralham e jogam com identidades, papéis e personificações tradicionais de gênero, ressaltando suas ambivalências e instabilidades. São frequentemente (mas não exclusivamente) associadas a artistas do mundo da música popular, como David Bowie, Peaches, Marilyn Manson, Annie Lennox e outros. Vistos retroativamente, grupos populares no Brasil nos anos 1970, como os Dzi Croquettes e Secos & Molhados (cujo vocalista, Ney Matogrosso, segue até hoje em carreira solo) poderiam ser incluídos como exemplos de performance genderfuck.

Em nome do Genderfuck, vamos ouvir algumas boas músicas de artistas que fodem com o gênero! Leia mais…

armários

9 junho, 2011

Tenho lido muito esses dias, e lerei mais ainda. Portanto, como meu tempo anda atabalhoado, vez ou outra vou postar trechos de algo que gostei. Até pra eu não ficar tanto tempo sem postar nada aqui.

O fragmento que escolhi é do texto “A epistemologia do armário“, que trata, basicamente, da construção deste, de suas implicâncias, causas e consequências; enfim, de sua epistéme. Mas a parte selecionada em si, conta a história de Esther e sua angústia diante da necessidade de revelar seu segredo.

Espero que gostem…

Leia mais…

The Ten Rules

8 junho, 2011

Por: @a_ignota

Enquanto navegava pelo YouTube, encontrei The Ten Rules: A Lesbian Survival Guide (As Dez Regras: Um Guia de Sobrevivência Lésbica): um curta-metragem escrito,produzido e interpretado pela atriz norte-americana Michelle Paradise em 2002 (EUA). Em apenas 28 minutos, o curta retrata “a vivência lésbica em um pequeno ciclo social, onde Jen (Michelle Paradise) possui grandes amigas e detém as dez regras para sobrevivência no mundo lésbico. Porém, falta o mais importante, o que Jen persegue por anos, a chance de reencontrar o amor em sua vida. O curta se passa em uma festa, onde ela expõe as dez regras lésbicas enquanto as ilustra com a vida sentimental das participantes”. Leia mais…

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