Nossas Digitais
Fundadoras
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Té P.
Um extremo de lá, um extremo de cá, e, talvez, um pouco de meio-termo…
Chama-se bom senso. É da minha natureza buscar equilíbrio.
Agressiva, ignorante, arrogante? Quem sabe…
Prefiro crer que acredito no que falo, que sigo minhas palavras assim como elas me seguem, e que defendo meus pensamentos com paixão. Mas admito, por vezes, exagero.
Tenho meus princípios, uma personalidade forte e um gênio “impossível”! Eu sei que sou difícil, mas sou exatamente como quero ser, e gosto de ser assim.! Meus defeitos me agradam, e só consigo mudar algo em mim quando este algo me incomoda, do contrário é complicado, pra não dizer impossível.
Apesar disso tudo, não vivo de hostilidade, mas não consigo falar sobre minhas qualidades.
msn e e-mail: tep.8@hotmail.com
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Marina Meirelles

Com cinco anos comecei a ler e escrever as primeiras palavras e, desde então, elas se tornaram uma paixão, minhas melhores amigas e, às vezes, minha perdição. Eu me descubro, me analiso e me expresso escrevendo.
Já como oradora não sou tão boa.
Aliás, tem dias em que não quero falar nem “bom dia”. E tem dias em que tudo o que eu quero é falar.
Esse gênio destemperado já me custou um bocado, mas também me trouxe ótimas surpresas, como a amizade que tenho com cada uma das minhas “blog-mates”.
Sou fã da internet como ferramenta de distribuição de informações, apesar de suas limitações.
Adoro escrever a lápis, nhoque ao pesto, dormir de manhã, fotografar.
Adoro caipirinha de sirigüela também!
Não vivo sem música, sou apaixonada por meus “filhos quadrúpedes” e amo o mar. =)
E-mail: marinameirelles3@gmail.com
MSN: romeinaday_12@hotmail.com
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Nasci em um mês do ano onde tudo parecia ser mais doce para os meus pais. Tornei-me tão amável quão amada fui e, ainda hoje, consigo olhar o mundo com a mesma perseverança infantil de quem se recusa a crer em um universo desprovido de amor. Corro os riscos e me equilibro no turbilhão de sensações que é marcar e se deixar ser tocada, que é olhar e se permitir ser vista além do local onde a própria visão alcança. Assim, poderei ver a face de um estranho e encontrar ali o amigo mais próximo. Poderei observar os olhos de um íntimo e desvendar uma distância secular que nunca se mostrou presente embora sempre estivesse ali – esperando o momento de uma observação atenta para ser revelada. Mas, seja com dor ou com prazer, sentirei o outro em seus silêncios e palavras, em suas respostas e questões; porque nisso reside a certeza de que valeu e, aí, mora a convicção de que vivi.
e-mail: aranelhaldatir@hotmail.com
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Por: Té P.



