Já que tenho dividido em meus posts algumas preferências singelas, eis mais uma:
The Puppini Sisters – Crazy In Love

Ler ouvindo: Jorge Drexler – No Pienses De Más
Leia mais…
Apenas compartilhando um vídeo muito meigo.
Letra:
Para contarte, canto
quiero que sepas
cuánto me haces bien
me haces bien
me haces bien
Te quiero de mil modos
te quiero sobre todo
me haces bien (3x)
Basta ver el reflejo de tus ojos en los míos
como se lleva el frío
para entender
que el corazón no miente
que afortunadamente
me haces bien (3x)
Há algum tempo venho refletindo sobre a relação desse blog comigo e as coisas que me cercam - minha vida, meu tempo, obrigações, lazer… Pensei também qual era a relevância dele para as lésbicas em geral, público-alvo do NPDD, apesar de abrangermos, muitas vezes, temas que são de interesse dos homossexuais.
Bem, esse processo se deu de forma mais intensa ontem a noite (meu cérebro borbulha demais antes de “apagar”); o resultado “final” é esse.
Sempre equilibrei bem a minha vida virtual e a presencial, mas - no momento- isso se tornou demasiadamente complicado…
Com tanta besteira espalhada por aí, não vejo mais a importância concreta desse blog e isso me desanima, acho que desanimaria qualquer pessoa. Além disso, não tenho tido o tempo que gostaria para dedicar ao NPDD.
Conversando com algumas amigas sobre a idéia, elas comentaram que o NPDD era referência, não sei até que ponto isso vai ao encontro da “verdade”.
Enfim, sem mais delongas, o fato é que estou parando por tempo indeterminado com o blog, mas não pretendo deletá-lo…
Vez ou outra, quem sabe, apareço por aqui…
Beijos meninas, espero que os arquivos do NPDD sejam úteis!
Maria Berenice Dias
Desembargadora do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul
Vice-Presidente Nacional do Instituto Brasileiro de Direito de Família – IBDFAM
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Esta, ainda que pareça ser uma afirmativa chocante, é absolutamente verdadeira: o amor não tem sexo, não tem idade, não tem cor, não tem fronteiras, não tem limites. Leia mais…
Carta aberta a Rozângela Justino, a psicóloga que afirma curar a homossexualidade
Jean Wyllys
Enquanto a ampla maioria dos homossexuais (principalmente dos gays) se diverte em baladas e em paraísos artificiais, alienada das sérias questões político-sociais que envolvem o coletivo do qual faz parte, uma onda neoconservadora contra lésbicas e gays tem se levantado sorrateira e silenciosamente na mesma proporção do crescimento das paradas do orgulho gay. A mais recente expressão desta onda é a “psicóloga” Rozângela Justino, que está nas páginas amarelas de Veja desta semana. Há algum tempo ela vem fazendo barulho. A princípio, decidi ignorá-la por não querer gastar minhas poucas velas com um defunto tão barato. Porém, como os meios de comunicação vêm dando espaço para ela, ainda que para questioná-la, decidi escrever-lhe uma carta aberta: Leia mais…

Adeus sombra e água fresca!
Não adianta, detesto esse vai e volta de período letivo… Por que não ficar de férias para sempre?
De qualquer maneira, o fim é triste mas é um fato.
“Voltando…”


