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you Me her

5 julho, 2018

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Sou uma usuária tardia do Netflix (hahaha). Tenho conta faz tempo, mas só agora comecei a ver séries de fato.

Nisso, estava naquele limbo de passar mais tempo procurando o que assistir do que assistindo e me deparei com o trailer de You Me Her. Não dei muita bola, mas meu dedo já tava ficando cansado… Pensei: “bom, vou começar, se for chata eu volto a peregrinar!”.

Para minha gratíssima surpresa, fui completamente fisgada. Provavelmente pelo motivo resumido logo no início do texto da Capitolina sobre a série:

As relações, assim como as pessoas, estão vivas. E se transformam.

A série conta a história de um casal que, após 10 anos de casamento, encontra-se estagnado. Aquela fase quando o sexo muda ou para, as conversas não são mais descobertas do outro e a mesmice faz o tédio parecer interessante. Tentando melhorar seu casamento, Jack decide tentar algo novo e a partir daí tudo muda…

Já vi as 3 temporadas disponíveis no Netflix, então o que vem a seguir provavelmente irá conter algum spoiler… Continuar é por sua conta e risco kkk Leia mais…

A dura transição do tempo

4 junho, 2018

tempoSei que vocês gostam mesmo é de ler sobre sexo e relacionamento, mas não é o caso desse texto aqui (porém será em breve, vou até prometer…).

De 2008 (ano que esse blog começou) pra cá, muita coisa aconteceu na minha vida. Tive mais algumas namoradas; me formei; terminei o mestrado e não quis emendar num doutorado; perdi minha avó; quase casei (pânico!); morei só; viajei muito; sofri duros golpes; tive algumas das melhores experiências da minha vida (quero compartilhar algumas depois)… Foi intenso, foi ruim, e foi muito bom.

E daí que a casa dos 30 chegou… E não sei vocês, mas chega a ser meio bizarro, pra mim, assistir amigos casando, tendo filhos, amigos e parentes morrendo (essa é pior consequência do tempo…). É estranho, enfim, ver as pessoas desempenhando todos os papéis e estereótipos da vida adulta, aqueles que já estavam na minha cabeça durante a infância e que mesmo naquela época eu não queria pra mim. Tenho síndrome de Peter Pan, não nego. Não quero crescer, é difícil. Não me enquadro nesse tipo de estabilidade. Cada vez mais tenho certeza que o cotidiano não foi feito pra mim.

De qualquer modo, eu ainda tenho (teoricamente) uma estrada longa pra percorrer, muitos sonhos a realizar, coisas importantes pra enfrentar…

Só queria dizer: tempo, seja mais gentil!

3 anos…

2 junho, 2018
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Caraca, o tempo passa muito rápido!

voltaSempre passou pela minha cabeça voltar… Sempre faltou tempo e um pouco mais de disposição. Talvez pelo fato de que tudo hoje em dia (e já faz algum tempo) parece ter ultrapassado os extremos, é mais do que preto no branco. De toda forma, nunca cogitei apagar o blog ou deixa-lo oculto, afinal realmente acho que aqui existem alguns textos que continuam úteis.

Hoje resolvi entrar aqui novamente e pude constatar pela quantidade de perguntas e comentários que estava certa sobre a utilidade do NPDD e que talvez seja hora de voltar aos poucos pra esse lugar que me sinto tão em casa. Será que ainda tenho minhas antigas leitoras?rs

Bem, se começar é difícil; recomeçar pode ser ainda mais desafiador… Vamos ver!

Quer gozar? Masturbe-se!

5 abril, 2015

Vamos bater um papo?!

Lá em julho de 2008 (sim! Esse blog já existe há 7 anos!), escrevi:

Do simples ao elaborado!
Friccionando as pernas, com os dedos, a mão, as duas mãos, com o chuveirinho, com o travesseiro, com objetos variados, com vibradores (incluindo celular e o mini-massageador de costas), enfim… Usando a imaginação, opção é o que não falta!

Não. Opção não falta mesmo! Leia mais…

So, do u think u can think…

25 março, 2015

pensamentosMeu melhor amigo, em nossas discussões sobre pesquisa, costuma dizer que quando você está perto de terminar o trabalho (monografia, dissertação ou tese) é que você se sente pronto para começar. Concordo por motivos óbvios. É claro (pelo menos pra mim) que quando o caminho se torna conhecido os erros ficam mais nítidos, os equívocos gritam, as opções se multiplicam etc., e nos perguntamos (pelo menos eu, novamente rs): “mas por que mesmo que fiz assim?”; ou “por que eu não fiz isso?”. Isso me leva a crer que o que fode é sempre o imprevisível (algo me diz que já escrevi algo parecido por aqui…). Leia mais…

Entregar o coração

12 junho, 2014

930FA Entregar o coração não é coisa de momento, felicidade passageira. Entregar o coração implica em alma compartilhada, num eu dividido… Por isso entregá-lo às vezes é tão difícil. É fato que nem sempre o querem, recebem-no, cuidam-no… Mas tem quem o ache, zele, acarinhe e como num passe de mágica o ganhe! É diferente quando não é preciso falar nada, é diferente quando o quando, o como e o porquê se comprazem ao QUANTO! – Copa pode até ter só de quatro em quatro anos… Mas quanto tempo você esperou pra encontrar alguém especial? Desculpem-me, mas não tem jogo do Brasil em Copa que me “tire” do lado de quem amo.

Feliz dia das namoradas!

Para Alex, com carinho

8 março, 2014

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Por Jean Wyllys

Semelhante a Alex, que morreu espancado pelo próprio pai, quando criança eu também não tinha “jeito de homem”; gostava de brincar com as meninas, gostava de cantar e dançar.

Quem me acompanha por aqui sabe que não tenho, por hábito, tratar de minha vida privada nem de minha intimidade. Concentro-me em debater idéias e fatos, sobretudo os ligados ao meu trabalho ou ao meu consumo cultural. Mas hoje vou abrir uma exceção…

Talvez seja a proximidade do aniversário de 40 anos, talvez seja o acúmulo de sentimentos não processados devido ao trabalho árduo dos últimos três anos, mas a verdade é que ando à flor da pele… Leia mais…