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So, do u think u can think…

25 março, 2015

pensamentosMeu melhor amigo, em nossas discussões sobre pesquisa, costuma dizer que quando você está perto de terminar o trabalho (monografia, dissertação ou tese) é que você se sente pronto para começar. Concordo por motivos óbvios. É claro (pelo menos pra mim) que quando o caminho se torna conhecido os erros ficam mais nítidos, os equívocos gritam, as opções se multiplicam etc., e nos perguntamos (pelo menos eu, novamente rs): “mas por que mesmo que fiz assim?”; ou “por que eu não fiz isso?”. Isso me leva a crer que o que fode é sempre o imprevisível (algo me diz que já escrevi algo parecido por aqui…). Leia mais…

Entregar o coração

12 junho, 2014

930FA Entregar o coração não é coisa de momento, felicidade passageira. Entregar o coração implica em alma compartilhada, num eu dividido… Por isso entregá-lo às vezes é tão difícil. É fato que nem sempre o querem, recebem-no, cuidam-no… Mas tem quem o ache, zele, acarinhe e como num passe de mágica o ganhe! É diferente quando não é preciso falar nada, é diferente quando o quando, o como e o porquê se comprazem ao QUANTO! – Copa pode até ter só de quatro em quatro anos… Mas quanto tempo você esperou pra encontrar alguém especial? Desculpem-me, mas não tem jogo do Brasil em Copa que me “tire” do lado de quem amo.

Feliz dia das namoradas!

Para Alex, com carinho

8 março, 2014

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Por Jean Wyllys

Semelhante a Alex, que morreu espancado pelo próprio pai, quando criança eu também não tinha “jeito de homem”; gostava de brincar com as meninas, gostava de cantar e dançar.

Quem me acompanha por aqui sabe que não tenho, por hábito, tratar de minha vida privada nem de minha intimidade. Concentro-me em debater idéias e fatos, sobretudo os ligados ao meu trabalho ou ao meu consumo cultural. Mas hoje vou abrir uma exceção…

Talvez seja a proximidade do aniversário de 40 anos, talvez seja o acúmulo de sentimentos não processados devido ao trabalho árduo dos últimos três anos, mas a verdade é que ando à flor da pele… Leia mais…

“Cuidado comigo”

12 janeiro, 2014

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Cuidado: palavra que vai da precaução ao zelo.

Olhando os relacionamentos a minha volta e os que já tive, acho que seria possível resumir os problemas de todos nessa palavra simples – CUIDADO: atenção para o que você faz de mais ou de menos; precaução com as palavras e gestos; e zelo, aquele carinho que as namoradas querem ganhar apenas de suas namoradas.

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Cartunista gay explica como é namorar transhomens

2 dezembro, 2013

Apesar do texto abaixo fazer referência a uma relação homossexual masculina entre um homem e um transhomem, a lógica também serve para mulheres ;) 

Autor:  | 20/novembro/2013

A sexualidade humana é algo fascinante e com muito mais gradações que as simples oposições homem-mulher ou gay-hétero. Muitas vezes as pessoas acabam “arredondando” suas preferências para simplificar sua vida ou o convívio social, deixando de fazer coisas que gostariam para conseguirem se encaixar em algum estereótipo. Ou escondem o tipo de pessoa ou atividade que gosta de praticar das pessoas com que convivem para não ter que ficar dando explicações ou satisfações. Ou pura preguiça de ter que fazer o mesmo discurso mais uma vez.

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Nada mais a esconder… [?]

22 novembro, 2013
by

Publicado originalmente em Parallel Lines:

II Capítulo

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Ler ouvindo: Boyce Avenue (cover) – Best of you

Parte 15

Débora

Ao som das palmas da Cinthia, imediatamente as duas pararam. E eu, sem reação, simplesmente fiquei congelada no mesmo lugar, com um misto de quem não acreditava ter visto o que vi e a lembrança das sensações e da última conversa que tive com ela.

Ver original 1.509 mais palavras

NÃO #significa

20 novembro, 2013

interrogacaoAlgumas coisas andam meio malucas, certo? Então… “Ok” lésbicas, sapas, sapatas, bis e futuras pessoas “sexualmente diferenciadas”, vamos TODAS (ênfase em mim) respirar profundamente, contar até 8 e ver se recuperamos…

Estava eu aqui passeando pela net quando me deparo não com um, mas VÁRIOS comentários de meninas preocupadas (algumas um pouco desesperadas) por possuírem certas “características ditas de lésbicas” como unha curta, estilo despojado de roupa e calçado, gostos pessoais etc.; e, ao contraporem estas características com outros interesses e práticas como não gostar de futebol e curtir maquiagem, não sabem mais onde se encaixam.

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