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Na cama com Aranel… (continuação)

18 janeiro, 2009

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E a “saga aranelense” continua…

11) Fazer amor pra você tem que ser…

Entrega! Encontro! Uma entrega baseada no carinho e no desejo; meu, de quem está comigo. Fazer amor, para mim, é por si só especial. O quê de excitante, prazeroso e gostoso emerge da naturalidade desse encontro meu com o outro; dessa entrega que, sendo mútua, extrai um pouco da dimensão divina e mundana de cada um e a mistura para formar algo completamente novo. Todas as vezes que for para a cama ou outro lugar (sorriso interessante) com alguém espero que essa perspectiva esteja presente. Principalmente, porque aprendi do pior modo que não convém fazer amor quando uma combinação mínima desses elementos não se encontra presente.

12) Você acredita que mesmo amando uma pessoa é possível se interessar por outra?

E como acredito! Somos respostas e provocações, como já disse e agora repito. E isso não é um problema. A questão é quando damos resposta à provocação ofertada. É o instante em que isso acontece o redentor de nossas ações ou o carrasco de nossa consciência, materializado no sentimento de culpa (logicamente, culpa para aqueles que ainda conseguem tê-la). Podemos optar por responder essa provocação durante um relacionamento ainda existente ou depois que ele já se encerrou.

Não sou puritana nem leviana ao ponto de achar que paramos de ser estimuláveis pelo mundo quando cremos ter encontrado abrigo para o nosso mundo em outra pessoa. Talvez, justamente por isso, quando estou namorando, guardo uma distância segura de certas situações ou contextos em que uma figura desafiadora e excitante pode se constituir num elemento inconsciente de “fantasia concreta”, sobretudo nas fases de crise da relação.

Uma vez escutei uma frase interessante: “o que importa é não trair a si mesmo”. Verdade! E quem disse que isso é incompatível com a fidelidade ao outro? Não é justo permanecer com alguém quando o amor já acabou, certo? Mas é igualmente injusto continuar com esse alguém até que o interesse pela outra pessoa – a que surgiu – já tenha alcançado a proporção do inafastável. É tudo uma questão de timing e percepção da “temperatura” de nossas relações… Mas, como ninguém é peru para ganhar um termômetro acoplado ao peito (risos), evidentemente que exigir perfeição matemática aí seria mais esdrúxulo do que exigi-la em qualquer outro lugar.

13) Provavelmente ninguém tem certeza absoluta como vai agir em situações tensas, mas como você agiria sabendo que foi traída? Se fosse flagrante? Se fosse descoberto porque terceiros contaram ou você “investigou”? Se fosse confessado? E depois? Haveria um depois?

Em primeiro lugar, é preciso que eu diga como interpreto a traição:

Para mim, como já disse em outra oportunidade, é possível trair sem beijar na boca, sem fazer sexo ou trocar amor, porque a traição não se restringe aos aspectos físicos de envolvimento entre duas pessoas. Traímos quando alimentamos outro começo antes de encerrar relacionamentos ainda existentes; traímos quando permanecemos já tendo deixado há muito.

Sempre cri na verdade como algo imprescindível no amor. Amor e verdade/Verdade e amor precisam correr numa estrada afim, sob pena do amor se constituir em ilusão; numa imagem refletida no espelho que pode ser alvo de desejo, mas não de obtenção. Chamo isso de amor vazio, porque despido da realidade que ele precisa ter para provocar a felicidade duradoura e concreta – não apenas uma felicidade momentânea de efeitos concretos.

A traição é, para mim, a ausência de verdade no amor e isso em nada se confunde com a inexistência desse amor. O amor não deixa de ser verdadeiro pela traição. É possível trair ainda amando muito (mesmo que amando de outra forma). No entanto, quando se trai; naquele instante, a verdade se ausenta desse amor que pode – até – ainda ser sentido com força e vivacidade, só que não foi o “suficiente” para que a atenção se mantivesse nele.

Penso numa canção do Chico Buarque… Mil perdões:

“Te perdôo

Por fazeres mil perguntas

Que em vidas que andam juntas

Ninguém faz

Te perdôo

Por pedires perdão

Por me amares demais

Te perdôo

Te perdôo por ligares

Pra todos os lugares

De onde eu vim

Te perdôo

Por ergueres a mão

Por bateres em mim

Te perdôo

Quando anseio pelo instante de sair

E rodar exuberante

E me perder de ti

Te perdôo

Por quereres me ver

Aprendendo a mentir (te mentir, te mentir)

Te perdôo

Por contares minhas horas

Nas minhas demoras por aí

Te perdôo

Te perdôo porque choras

Quando eu choro de rir

Te perdôo

Por te trair”

Passaria horas em elucubrações sobre essa canção… Cada estrofe, cada verso… É um retrato cuidadoso de outro ângulo da traição, mas da sempre mesma traição. E quantas vezes não ouviremos o “te perdôo por te trair” sem que seja necessário voz, violão, qualquer palavra.

Então, você me pergunta como eu agiria sabendo que fui traída?

Bem, eu não consigo vislumbrar o assunto traição sem colher a resposta naquilo que Ana representa e evoca – Ana Karênina de Tolstoi é um manancial indispensável para compreender determinados aspectos da condição humana e a infidelidade é o palco onde se radica algumas das mais profundas reflexões sobre o próprio homem nessa obra. Aliás, a versão cinematográfica de 1935 com Greta Garbo é simplesmente esplendorosa!

Voltando à traição… ela é indubitavelmente uma das experiências mais dolorosas pelas quais uma pessoa que ama pode passar. A sensação de dor é tão profunda que, não raro, ela chega a se materializar numa reação do próprio corpo. E seja na traição flagrada, seja na traição confessada, a consciência de um estado de impotência perante à ação já concretizada do outro reduz o traído, naquele momento, à condição absoluta de miserabilidade e desespero, mesmo que a resposta se traduza numa aparente frieza e indiferença.

No meu caso, posso dizer que, quando fui traída, um “Leviatã” de sensações incômodas e cortantes emergiu em mim. Recordo ter ido da calma letárgica e inquiridora, passado pelo ódio austero, seguido por uma raiva demoníaca para, só então, chegar ao alívio da dor e decepção traduzidas no choro amargo, cético e depois resignado de quem ama mesmo assim; apesar do que aconteceu.

Lembro-me de ter atirado um livro (presente dela) contra a parede. O livro permaneceu intacto (ainda bem), só que as marcas que eu obtive daquela história levaria comigo a vida inteira. E o perdão?

Sobre o perdão, ergue-se triunfante a palavra de Ana Karênina para uma mulher traída:

“- Embora compreenda plenamente as tuas dores, uma coisa ignoro: até que ponto, no fundo do teu coração, ainda lhe queres. Só tu poderás saber se esse amor ainda chega para lhe poderes perdoar. Se ainda lhe queres o suficiente, perdoa-lhe”.

“- E tu, no meu lugar, perdoarias?”

Ana responde:

“- Não sei, não me é possível julgar… – E, depois de pensar um momento, depois de sopesar mentalmente a situação, acrescentou: – Sim, seria capaz de o fazer! Não voltaria a ser a mesma, mas perdoar-lhe-ia… E perdoar-lhe-ia como se nada tivesse se passado, absolutamente nada.”

A história avança e eis que acontece alguém na vida de Ana que era casada, ainda não traíra, mas já percebera “se é verdade que cada cabeça cada sentença, deve haver tantas maneiras de amar quanto os corações.” Não conseguiria encontrar palavras melhores nem deixar que qualquer amargor retirasse meu modo generoso de olhar o outro, de sorte que creio mesmo nisso: “há tantas maneiras de amar quanto os corações”. Na verdade, não só é possível ver as coisas também pela ótica do “te perdôo por te trair” como é extremamente necessário, porque sempre existem dois lados, duas vivências; e elas não se anulam pela noção pragmática e reducionista de certo ou errado. Essa clássica divisão lógica é a que menos importa às vezes. Aí, acaba me chegando de modo inevitável a palavra de um poeta e dramaturgo por quem sou absolutamente apaixonada desde os 14 anos, Bertold Brecht. Vejo-lhe dizendo seu tão conhecido: “do rio que tudo arrasta se diz que é violento, mas ninguém diz como são violentas as margens que o oprimem”. Ninguém diz mesmo, mas nem por isso eu deixo de escutar. Há relações que se tornam sufocantes demais, autofágicas demais e o natural desejo de liberdade pode esbarrar em algo/alguém que proporcione o encontro com o prazer desassociado dos grilhões. Isso agregado à crença de infalibilidade, à idéia do “comigo não acontece”, fornece os elementos basilares para que fatalmente – cedo ou tarde – aconteça uma traição. Seja como for, não me considero idealista por manter firme a noção e vivência da fidelidade nem me permito o ceticismo de Hume ao saber concretamente que a traição existe e o quanto ela dói – até porque não convém atribuir à razão um papel subordinado mesmo quando as paixões humanas são o assunto. Aliás, quando elas forem o assunto, é justamente aí que isso não pode acontecer. De uns tempos para cá, vinha negligenciando isso, mas agora não mais.

14) Tempo é um amigo ou um inimigo?

Não seriam visões diferentes de uma mesma coisa ou a mesma coisa em posições aparentemente diversas?

Uma confissão: quando comecei a responder isso, não é que principia a tocar Alphaville e seu inesquecível “Forever Young”? (Boas risadas)…

Para mim, o tempo pode atuar como um aliado ou ser precisamente o oposto disso. E pensar o tempo é inevitavelmente pensar também o ser. Humanos que somos, ansiosos como nos comportamos em tantas situações, vemos essa angústia com a passagem das horas, instantes e vivências se intercalar com a nossa própria alegria de viver.

Há quem diga, inclusive, que essa angústia é fundamental para que o ser verdadeiro se revele ao ponto de proporcionar o governo de si mesmo; a escolha de si próprio. Talvez Heidegger falasse um pouco disso só que de uma forma bem melhor…

Mas, sou obrigada a admitir que, na saudade, o tempo me cansa. Na presença prazerosa, nem sinto o tempo passar. O versículo 4 do Salmo 90 fala:

“Mil anos diante de Vós são como o dia de ontem que se foi ou como uma vigília da noite.”

Acho isso belíssimo.

Aliás, um viva à relatividade de Einstein também!

Já que ando tão… musical, paro por aqui invocando o tempo como Caetano o cantou:

“compositor dos destinos

Tambor de todos os ritmos (…)

Por seres tão inventivo

E pareceres continuo (…)

Peço-te o prazer legítimo

E o movimento preciso (…)

De modo que o meu espírito

Ganhe um brilho definido (…)

E eu espalhe benefícios (…)”.

O que usaremos pra isso

Fica guardado em sigilo (…)

E deixo a canção do princípio fazer o favor de encerrar a resposta, porque certas coincidências não podem ser ignoradas…

Youth’s like diamonds in the sun – A juventude é como diamantes ao sol,

And diamonds are forever – E diamantes são para sempre…

So many adventures couldn’t happen today – Tantas aventuras não poderiam acontecer hoje

So many songs we forgot to play – Tantas canções que esquecemos de tocar

So many dreams swinging out of the blue – Tantos sonhos arrumando-se de repente

We let them come true – Nós vamos deixá-los se tornar realidade.

(Forever Young – Alphaville)

15) Que tipo de coisas te deixa excitada: filmes eróticos, pornográficos, livros de contos sexuais, imagens de sexo ou nus…?

Novas risadas gostosas.

Hummmmm… (pensativa).

Posso dizer o seguinte: tem coisa que me deixa excitada que ainda nem foi inventada (lá, lá, lá…). Capiche?

16) Você tem uma cabeça muito imaginativa? O quanto e com o que Aranel fantasia?

Tenho sim. Isso por vezes é uma dádiva. Em outros instantes, pode ser minha definição de inferno terreno, já que realmente minha imaginação parece ser inesgotável. E, graças a ela, tenho uma capacidade de fantasiar sobre tudo. Tudo mesmo…

17) Qual a importância de assumir a própria sexualidade pra si e para os outros?

Em termos bem simples, colocaria dessa forma: é gostoso pode falar da própria sexualidade sem precisar trocar artigos ou criar nomes masculinos para quem ama (risos). Eu recordo precisamente quando o assunto surgiu entre mim e minha mãe. Após inúmeras viagens à casa da minha então namorada, mamãe me chamou para uma conversinha:

“- Você não vai me dizer que esse tempo todo lá só foi pra fazer amizades, né?

Olhei de um jeito que só eu sei fazer e sorri sentada na cama dela.

– Então… Como é o nome do garoto? – Ela me perguntou.

– Bom, tem certeza que quer essa resposta? Se quiser, melhor perguntar do modo certo, com o artigo certo e o gênero também.

Ela respirou fundo e me observou séria.

– Como é o nome da garota? É uma garota, não é?

Eu disse o nome e confirmei com a cabeça. Apanhei o porta-retrato no meu quarto e retornei ao dela.

– Ela é linda, não é? Além do que pedi e sonhei.

Minha mãe concordou e disse da forma mais natural:

– Eu já sabia. Já sabia de tudo, minha filha. Está pensando que sua mãe é besta. Sabia disso e sei mais coisas, mas não sabia ainda como perguntar. Você está feliz? – Ela questionou desarmando o rosto sério.

– Nunca fui tão feliz em toda a minha vida. Eu a amo do jeito que ela é e com tudo que isso pode significar.

– Não é algo que planejemos para uma filha. Eu quero um neto ainda…

– Você o terá. Nós pensamos em filho e planejamos nosso futuro também.

– Bom, então seja feliz. Só não quero sofrimento, mocinha; – recobrando o tom sério, minha mãe me falou antes de um beijo e um abraço forte.”

Para mim, assumir a própria sexualidade foi, antes de mais nada, trazer ao estado de aparência aquilo que já era parte indissociável de mim.

18  ) Aranel precisa de contextualização? Quem é você?

Acho que as pessoas em geral exigem uma contextualização. Porque tudo muda; até a noção de mudança. Então, a visão do que cada um é forçosamente requer um olhar sobre o contexto. E, no contexto de hoje, minha definição ainda é a mesma…

Eu nasci em um mês do ano onde tudo parecia ser mais doce para os meus pais. Tornei-me tão amável quão amada fui e, ainda hoje, consigo olhar o mundo com a mesma perseverança infantil de quem se recusa a crer em um universo desprovido de amor. Corro os riscos e me equilibro no turbilhão de sensações que é marcar e se deixar ser tocada, que é olhar e se permitir ser vista além do local onde a própria visão alcança. Assim, poderei ver a face de um estranho e encontrar ali o amigo mais próximo. Poderei observar os olhos de um íntimo e desvendar uma distância secular que nunca se mostrou presente embora sempre estivesse ali – esperando o momento de uma observação atenta para ser revelada. Mas, seja com dor ou com prazer, sentirei o outro em seus silêncios e palavras, em suas respostas e questões; porque nisso reside a certeza de que valeu e, aí, mora a convicção de que vivi.

Creio que apesar de tudo, com tudo e, talvez, justamente por tudo, essa tal essência tão minha… Essa tal essência não mudou.

19) Estar na cama com Aranel…

Uma vez escrevi sobre o desejo:

Sabe aquela vontade? Falo agora. Queria vendar teus olhos, deitar você na cama devagar. Roçar pedra de gelo na tua pele quente, sentir você se contorcer, reclamar; derramar-se por mais. E depois chupar, lamber, mordiscar o bico do teu seio, antevendo o teu gozo quando chegasse à ponta do teu clitóris. Mas ainda não. Brincaria com a borda do teu sexo roçando minha unha onde o pêlo começa a nascer. Assim, sentiria minha boca salivar de desejo, da vontade de devorar tua vagina; do anseio de introjetar o teu cheiro na minha boca e mamar no topo do teu ponto de excitação; até você ver, até você não ver mais nada. Até você não esperar, mas querer minha mão em teu sexo controlando uma penetração forte, densa, lenta; anunciando seu orgasmo “orgiástico” e multiforme que me faz pingar de prazer.

Cama, desejo…

Tem um conto do Caio Abreu, Mel e Girassóis, em que ele fala num dado momento: “nos afogamos um no outro, e nos babamos e lambuzamos da baba da boca e dos líquidos dos sexos um do outro”…

Se a cama for para o amor, gosto dessa idéia de me afogar na outra e, de certo modo, até a tomo como bússola das direções que seguirei.

20) Romantismo: “instituição” falida ou eterna?

Há que se “romantizar” a vida sempre! Guimarães Rosa, em *Grande Sertão: Veredas, disse que “só se pode viver perto de outro, e conhecer outra pessoa, sem perigo de ódio, se a gente tem amor”. Talvez por isso eu continue amando tanto. E ele ainda acrescenta: “Qualquer amor já é um pouquinho de saúde, um descanso na loucura”. Esse repouso, esse descanso, para mim, é indispensável e a “romancização” da vida quase uma decorrência natural dele. Agora, evidentemente a visão romântica sobre o objeto de desejo e amor deve ser eterna enquanto ela puder durar – assim como o próprio amor versificado no Soneto da Fidelidade. Está bom, não é? Fico por aqui então. Prazer. Pronto. Ponto.

____________________

* Leitura de cabeceira de uma pessoa muito querida.

***

Minhas queridas,

espero que tenham aproveitado a segunda parte! Agora acabou mesmo! Ufa!

Um grande beijo,

Aranel. =]

Para (re)ler a primeira parte, clica aqui.

E-mail para contato: aranelhaldatir@hotmail.com

 

10 Comentários leave one →
  1. 18 janeiro, 2009 3:48 pm

    Muito boas opnioes.
    Assim como na primeira parte, eu já havia lido … porem vim aqui resgistrar minha admiração que só faz crescer todos os dias…

    🙂

    bjao!

  2. Mara permalink
    18 janeiro, 2009 5:04 pm

    Gente, falem a verdade…
    Aranel existe mesmo?
    Brincadeira.

    Lindas as respostas.
    Muito o que refletir.

    Obrigada

    Beijo

  3. 18 janeiro, 2009 5:19 pm

    PS: Essa musica do Caetano me irrita haha

    PS2: Esse livro é mesmo muito bom, estou na pagina 20 ainda hehehe …

    PS3: Aprendeu agora né? GrandE SertãO hehe sem “s”

    PS4: bjomeliga!

  4. Té Pazzarotto permalink*
    19 janeiro, 2009 1:58 am

    Olha, boa menina! Nem demorou…
    Está, mmm… Perfeito!

    Beijos, Nel.

  5. 19 janeiro, 2009 5:22 am

    1. Pucci, seu olhar atento foi importantíssimo! Eternamente grata! Ah, e o carinho é recíproco, viu? Beijão!

    ______

    2. rs… Mara, existo sim! Olha, é só beliscar que você sente. Sou eu quem tenho de render agradecimento mais que especial por um comentário tão gostoso como esse que você fez.

    Realmente, muito obrigada!

    Beijo!

    ______

    3. Pucci, de novo? rs

    Sobre o PS.: Mas não a mim. O mais importante, né? rs
    Sobre o PS2.: Ainda na página 20? Que feio… você lia tão rápido. tsc tsc…
    Sobre o PS3.: Culpa de Euclides da Cunha!
    Sobre o PS4.: Bjoteligonatomadaprabaterianãoacabar!

    ________

    4. Té,

    não sou tão boa assim nem tão menina, né? Mas… nem demorei mesmo. Que coisa boa você ter achado perfeito!

    Beijos.

  6. Star65 permalink
    20 janeiro, 2009 2:30 pm

    Querida Nel
    Como sempre, fico sem palavras para expressar a sensibilidade que brota em tudo que escreves…
    Tua citação de Brecht é perfeita para a tua argumentação e adorei principalmente quando dizes:”Uma confissão: quando comecei a responder isso, não é que principia a tocar Alphaville e seu inesquecível “Forever Young”? (Boas risadas)…
    Foi maravilhoso saber um pouquinho mais de ti.
    Um grande beijo…

  7. Aranel permalink
    22 janeiro, 2009 4:42 pm

    Muito Obrigada, Star! Muito Obrigada mesmo, querida!

    Um grande beijo! =]]]

  8. Regiane Lima permalink
    3 fevereiro, 2010 4:20 pm

    Bom pra inicio de conversa, sou novata por aqui e diria ate que nesse fabuloso mundo que nos une…E foi um prazer indescritivel ler e reler as duas etapas desse no divã…E assim como outros tantos devem estar a se perguntar, tambem me pergunto: Voce existe mesmo?
    Tentei achar uma definição para o que senti ao ler tuas linhas…e ate agora só o que me vem a cabeça é a palavra sensibilidade. bjos

  9. amy permalink
    17 março, 2012 12:14 am

    oie,vcs estao meio sumida ne? ja li todas as postagens,e olha q sou nova por aq. bjs

    • 17 março, 2012 10:19 pm

      Sim. Somente eu estou escrevendo no blog – como você já deve saber uma vez que leu todas as postagens daqui =). Ando bastante ocupada, por isso não tenho postado.
      Valeu pela visita!
      Beijos.

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