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Estou grávida da minha namorada

14 março, 2009

Esse é o título da matéria da revista Época dessa semana.
Já que o NPDD está durante essa semana falando sobre famílias homoafetivas, achei interessante divulgar a matéria aqui!
Não pude conter os sorrisos durante a leitura!!!

bruno-miranda

FRUTOS DO AMOR Adriana, grávida de sete meses, recebe o carinho de sua companheira, Munira, na cama do casal. As duas geraram os bebês juntas

Um casal de lésbicas de São Paulo pode ser o primeiro a registrar os filhos com o nome de duas mães

.

FRANCINE LIMA

Munira Khalil El Ourra não vai dar à luz, mas é mãe de duas crianças que vão nascer até a primeira semana de maio. Quem está na 31ª semana de gestação é sua companheira, Adriana Tito Maciel. A barriga é de Adriana. Os óvulos fecundados que grudaram no útero dela pertenciam a Munira. Os bebês já têm nome: Eduardo e Ana Luísa. Serão paridos e amamentados por Adriana, de pele marrom e cabelo que nasce crespo. Mas terão a cara de Munira, branquinha e de cabelo liso.

Para a lei, mãe biológica é quem carrega a criança no ventre. Mas um exame de DNA mostraria o contrário. Nem Adriana nem Munira pretendem disputar na Justiça a guarda das crianças. O que elas querem é sair da maternidade juntas, com um documento que permita registrar as crianças no cartório com o sobrenome de cada uma e o nome das duas mães na certidão de nascimento. Como qualquer família normal.

O sonho de ter filhos era antigo para as moças de 20 e poucos anos que se conheceram em Carapicuíba, na região metropolitana de São Paulo. A decisão de namorar sério foi influenciada por esse interesse em comum. Em poucos meses, estavam dividindo um apartamento e fazendo planos. Algum tempo depois, Adriana descobriu no ginecologista que seu útero estava ameaçado por uma doença que já lhe tinha arrancado um ovário: a endometriose. “Fiz tratamento desde os 18 anos”, diz Adriana. “Na época, achavam que era cólica menstrual e medicavam com morfina. Quando descobriram, já tinha perdido o ovário direito. E as dores continuavam.” O médico disse a ela que uma gravidez reduziria o problema em 80% e ainda lhe daria a chance de ter um filho antes que o útero ficasse inválido.

Apesar do relacionamento ainda recente, Munira e Adriana aceitaram a ideia e procuraram um especialista em reprodução humana no Hospital Santa Joana para fazer a inseminação artificial. “A gente achava que iria comprar esperma, levar para casa e aplicar com uma seringa”, diz Munira. Os planos mudaram quando o novo médico descobriu que Adriana só tinha metade do ovário esquerdo e já não podia engravidar com os próprios óvulos. Ele sugeriu que Munira cedesse os seus. Se usassem o sêmen de um homem de mesmos traços que Adriana, o filho seria parecido com as duas mães.

As duas moças se animaram com a possibilidade de ter um filho que tivesse um pouco de cada uma. Ainda hoje, Adriana se emociona ao contar essa parte da história. Tinha sido muito dolorido receber a notícia de que não poderia ter filhos do seu próprio sangue, e o gesto de Munira foi mais que bem-vindo. “Foi a maior prova de amor que ela poderia me dar.”

Decisão tomada, era preciso fazer alguns exames e começar o tratamento hormonal para estimular os ovários de Munira e sincronizar os ciclos menstruais das duas. Os óvulos de Munira deveriam estar prontos para a inseminação artificial (em laboratório) na mesma época em que o útero de Adriana estivesse pronto para fixar os embriões. Munira se queixava dos percalços do tratamento. De abril a agosto do ano passado, as injeções diárias na barriga, a oscilação de humor que parecia uma TPM constante, a ultrassonografia vaginal toda semana, o acúmulo de líquido no corpo e o ganho de peso eram o preço que ela tinha de pagar pela bênção de ser mãe. Em breve, seria a vez de Adriana suportar a gravidez.

Quando essa fase chegou, Munira diz ter sentido em seu corpo muitos dos sintomas da gravidez da companheira. “Parecia que eu tinha ficado grávida também.” Ela diz ter sentido enjoos, estrias que nunca haviam existido, mau humor, dores nas costas, dor nas pernas, cansaço de dia, insônia de noite e até desejos estranhos. Fernando Prado, o ginecologista das duas, diz não ter explicação para essa sintonia. Ele não descarta que Munira possa até mesmo ter leite quando os bebês nascerem.

Dos exames à gravidez, todo o processo funcionou até melhor que o esperado. “Eu não imaginava que daria certo de primeira”, diz Prado. Segundo ele, a chance de uma inseminação desse tipo vingar é de 50%, levando em consideração a idade das pacientes e outras condições de saúde. Como Adriana ainda tinha miomas no útero por causa da endometriose, imaginou que seria preciso retirá-los antes. Mas eles nem fizeram cócegas. Para ajudar, em vez dos dez a 15 óvulos esperados após o tratamento hormonal, Munira rendeu mais de 20.

Outro possível obstáculo para o procedimento era uma resolução de 1992 do Conselho Federal de Medicina. Ela estabelece que a técnica do “útero de substituição”, nome oficial da “barriga de aluguel”, só é permitida entre parentes. Prado deu uma interpretação mais moderna à regra. Decidiu considerar o relacionamento de suas pacientes um modelo de família. “Essas novas famílias têm uma formação diferente, mas continuam tendo o mesmo propósito e a função social de sempre.”

Munira e Adriana sabem que muita gente acha que elas não serão capazes de manter uma família como os casais heterossexuais. Mas estão seguras de sua decisão e têm o apoio da família. Dizem que contarão com os tios para ensinar Eduardo a fazer coisas de menino – jogar bola, brincar de carrinho, defender-se na rua. Munira diz que, na empresa em que trabalha como analista financeira, todos festejam a gravidez da companheira. “Quando contei que eram gêmeos, fizeram uma festa surpresa para mim”, afirma. “Minhas faltas durante o tratamento também eram perdoadas sem drama.” Outro sinal de solidariedade foi a sugestão do departamento de RH de que ela registrasse em cartório sua união estável com Adriana e requeresse no plano de saúde a inclusão do nome da parceira como dependente. Só ficou faltando a licença-maternidade. Para seguir a lei, a empresa vai conceder a Munira uma semana de licença, a mesma que é concedida aos pais.

Apesar do sucesso do procedimento e de todo o acolhimento que tem recebido, o casal ainda se sente injustiçado por uma legislação que não prevê seu direito de registrar os filhos no nome das duas mães. Logo que entenderam que seriam ambas mães biológicas dos gêmeos (uma de acordo com a lei, outra de acordo com a ciência), procuraram quem as ajudasse a conseguir um documento que regularizasse essa situação. Encontraram a advogada Maria Berenice Dias, há 35 anos dedicada à causa dos homossexuais no Rio Grande do Sul. Maria Berenice assumiu o caso, segundo ela inédito. Não se tem notícia de um processo judicial no Brasil movido por um casal gay interessado em registrar dupla maternidade.

Justamente pelo ineditismo, as chances de vitória não são grandes. Embora não exista na legislação nada que impeça o registro de uma criança por duas mulheres, Maria Berenice teme que o preconceito seja uma barreira intransponível. “Podemos topar com um juiz que decida negar o pedido alegando que as crianças poderão sofrer consequências terríveis por ter duas mães e nenhum pai.”

Maria Berenice chama sua especialidade de Direito Homoafetivo. O Rio Grande do Sul, onde mora, é o Estado que mais tem avançado na jurisprudência favorável à união estável de casais gays e à adoção de crianças por duplas de homens ou de mulheres. São Paulo teve o primeiro caso de adoção de uma criança por um casal gay – em 2006, em Catanduva, no interior do Estado –, mas na maior parte das cidades o tema ainda é um tabu.

A legislação brasileira não é a única que permanece lenta diante das mudanças na ciência e na sociedade. A chef americana Cat Cora, que comanda um programa de culinária na TV, está passando por transtorno semelhante ao das brasileiras. Ela mantém um relacionamento estável há dez anos e já tem dois filhos gerados por sua companheira, Jennifer. O segundo filho foi feito por fertilização in vitro com óvulos de Cat, mas ela foi impedida pela lei americana de registrá-lo diretamente no cartório como a segunda mãe. Foi preciso entrar com um pedido de adoção para garantir direitos e deveres de mãe sobre ele. “É injusto, mas é a lei”, disse Cat. Agora, Jennifer está grávida de novo, e Cat engravidou pela primeira vez. Desta vez, ambas retiraram óvulos para a fertilização in vitro, formando embriões que foram transferidos para as duas barrigas. Ainda não se sabe de qual delas é o DNA do bebê que vai nascer de cada uma. Para todos os óvulos, foi usado sêmen do mesmo doador anônimo. Assim, as crianças serão irmãs também por parte de pai.

Na Espanha, a legislação é mais aberta. Com base em uma lei do Código Civil de 2005 que iguala em direitos e deveres a união estável de homossexuais ao casamento heterossexual, no final do ano passado o governo espanhol permitiu que um casal de mulheres gerasse um bebê por fertilização in vitro, usando um doador de sêmen anônimo, e o registrasse no nome das duas. Ambas são oficialmente consideradas mães biológicas porque uma doou os óvulos e a outra gestou o feto em sua barriga – exatamente como fizeram Adriana e Munira. O presidente da Comissão Nacional de Reprodução Humana Assistida do Ministério da Saúde e do Consumo da Espanha, Augusto Silva, diz que a lei garante direitos iguais a casais de qualquer gênero. “Não estamos estabelecendo uma obrigação. Mas deve ficar claro que a permissão que demos a essas mulheres vale para todos.” Silva diz que a Comissão está trabalhando pela modificação da lei de assistência reprodutiva para que não haja mais dúvidas de que, onde há casamento, há o direito à reprodução assistida.

Munira poderia ter seus direitos de mãe reconhecidos de forma mais fácil. Bastaria entrar com uma ação para adotar seus próprios filhos. Com a jurisprudência construída desde 2006, é provável que ela ganhasse uma ação desse tipo. Mas não é isso que ela e Adriana querem. Sua expectativa é ganhar a ação da maternidade e dar origem a uma jurisprudência para favorecer casos como este no Brasil. Embora não sejam ativistas, Munira e Adriana dizem que ficariam orgulhosas de abrir caminho para outros casais homossexuais. Se perderem o caso, ficarão tristes. Mas a derrota não terá efeito nenhum na forma como pretendem criar seus filhos. “Registrando ou não, elas serão mães dessas crianças”, diz a advogada Maria Berenice. “Juiz nenhum vai apagar o que já existe.”

fonte: Revista Época

____

ps1: A continuação dessa matéria traz exemplos de famílias homoafetivas e o processo para a gravidez de Adriana. Como não trata especificamente do caso das duas, resolvi dividir a matéria em duas. Amanhã posto o resto.

ps2: No espaço dedicado a comentários fiquei impressionada como ainda tem gente estúpida no mundo.
Mas é como disse num comentário do post passado: A maioria das pessoas realmente supervaloriza seu preconceito pessoal, mascarando-o como preocupação com o bem-estar do menor, ao invés de supervalorizarem seu amor ao próximo.
Afinal, não seria muito melhor uma criança feliz do que uma criança abandonada?

Enfim, até amanhã. Espero que tenham gostado!

71 Comentários leave one →
  1. Hérika permalink
    14 março, 2009 4:14 pm

    Muito bem vinda a matéria, sonho em ter um filho com a minha namorada, e essa matéria só me animou mais ainda, tenho certeza de que mesmo não tendo uma legislação à favor do reconhecimento da maternidade dupla como a atual ela é possível e com certeza farei valer meus direitos e da minha mulher.A gente anda, devagar mas anda.

  2. Té Pazzarotto permalink*
    14 março, 2009 6:06 pm

    Mas também não existe legislação que impeça o registro de uma criança por duas mulheres, o problema, pra variar, é o preconceito!

    =)

  3. 14 março, 2009 10:32 pm

    Fiquei mto feliz com a matéria 🙂

  4. beh permalink
    14 março, 2009 11:47 pm

    Tbm fiquei muito contente com a matéria, a gente torce para que essas coisas deêm certo, tenha um final feliz, nao?
    Eita..fotinha sua nitinha..rs..

  5. Té Pazzarotto permalink*
    15 março, 2009 12:28 am

    Foto minha o que?

  6. 15 março, 2009 12:38 am

    Perfeito!
    Quanto aos comentários idiotas, é só o que tem por aí.

  7. beh permalink
    15 março, 2009 1:44 am

    foto nitinha…bunitinha…

  8. mirela permalink
    15 março, 2009 7:19 pm

    Fico feliz em saber que existe mulheres corajosas, em frentar uma sociedade preconceituosas.
    Vocês estão de parabens.
    gostaria muito de engravidar de minha mulher,mas tenho medo do preconceito.

  9. Té Pazzarotto permalink*
    15 março, 2009 11:32 pm

    (Beh)
    Aaah… Valeu xD~

  10. luiz permalink
    16 março, 2009 1:17 pm

    NOSSA, QUANTA IDIOTISSE MESMO, DEUS CRIOU O HOMEM E A MULHER, AGORA VOU DIZER UMA COISA O MUNDO ESTA CAMINHANDO CADA VEZ MAIS CONTRA OS PRINCIPIOS DE DEUSSSSS….

  11. luiz permalink
    16 março, 2009 1:20 pm

    NÃO É PRECONCEITO NAO, MAS SIM DEVEMOS PRESTAR MUITA ATENÇÃO COM O QUE ESTA ACONTECENDO HOJE EM DIA, TDUO É NORMAL, TUDO É LEGAL, MAS NÃO É ASSIM QUE FUNCIONA..
    DAQUI A POUCO TABEM NÃO SERÁ MAIS PRECONCEITO UMA FILHA TER FILHOS COM SEU PRÓPRIO PAI, E ASSIM POR DIANTE, IMAGINEM O QUE SERÁ DO FUTURO SE CONTINUAR ASSIM..

  12. luiz permalink
    16 março, 2009 1:24 pm

    DAQUI A POUCO NÃO SERÁ MAIS PRECONCEITO:

    FILHA TER FILHOS COM SEU PROPRIO PAI.
    MÃE E FILHAS SEREM MÃE DE UMA MESMA CRIANÇA.

    PAIS TRANSAREM COM SEUS PRÓPRIOS FILHOS E FILHAS SERÁ NORMAL.

    IRMÃO PODERÃO TRANSAR ENTRE SI.

    TIO PODERÁ TRANSAR COM A SOBRINHA.

    PRIMO COM PRIMA.

    NETO COM SUA AVÓ.

    IMAGINEM O QUE SERÁ DO FUTURO SE TUDO O QUE ACONTECER FOR NORMAL?

    PENSEM NISSO GALERA!

  13. Té Pazzarotto permalink*
    16 março, 2009 1:55 pm

    Fiz questão de aceitar pra poder responder.
    Há uma idéia no mundo de que quando respondemos alguém com polidez nos tornamos “superiores” a situação.

    Entretanto, muitas vezes, eu prefiro guardar a educação pra quem sabe o que significa isso!

    § 1. O que o Sr. está fazendo num blog LÉSBICO? Algum tesão reprimido em mulher com mulher?

    § 2. Querido, qual o seu conceito para as palavras:

    a) normal ou normalidade

    b) natural

    c) preconceito

    § 3. Eu poderia gentilmente indicar uma bibliografia básica sobre história da religião pra que o Sr. pudesse esclarecer algumas questões nebulosas em seu rasto de raciocínio, mas como muitos dizem que sou uma pessoa prestativa, vou continuar mantendo esse ethos válido e ajudar-lhe-ei.
    Há alguns séculos era considerado incesto e extremamente condenável moralmente um primo se relacionar com outro até 7º grau.
    O único problema de relacionamento entre parentes é o risco de anomalia por causa da combinação genética. Sabiamente, a religião que sempre tentou ao longo dos tempos tornar o sexo algo diabólico, errado e pecaminoso disse que as possíveis anomalias eram castigo divino.

    Resumo

    Da próxima vez, poupe-me o trabalho. Mesmo que seu comentário tenha me divertido =)

    • Daniele permalink
      30 setembro, 2015 10:56 pm

      Vc não merece Palmas. Merece Tocantins inteiro.

  14. Ellen permalink
    16 março, 2009 8:58 pm

    Quando eu penso que vi tudo… aparece cada um…

    Bom caso o Sr. tenha mesmo tanta preocupação com o FUTURO posso te dar alguns temas que atualmente encontram-se na melhor das hipóteses sem solução, e na pior esquecidos:

    * Pobreza, Desnutrição e Mortalidade Infantil;
    * Pessoas desabrigadas desde Dezembro em função das chuvas;
    * 3ª idade sem remédios e morrendo em corredor de hospital [ sem falar no valor de aposentadoria que as vezes susteta toda a família]
    e mais um milhão de outros assuntos “em aberto”, caso o Sr. não se recorde de nenhum.

    “ANFAM”… Se é pra preocupar com a vida dos outros, dá pra fazer isso ajudando, vc não acha?!

    Ellen.
    [Té, adorei a foto nova].

  15. beh permalink
    16 março, 2009 11:02 pm

    jesuis..o que esse cara tá fazendo aqui?! ô cara chato, cerebro de bagre.

  16. 17 março, 2009 8:55 am

    Vamo que vamo moçada!
    Achei linda a matéria. Corajosa e comovente a atitude dessas brasileiras, meu orgulho!
    Chorei…devo admitir.

    Bom, não sou tão polida ou prestativa quanto meu Tésão, mas… Que eu me lembre as filhas de Noé o embebedaram para procriar e [re]povoar a Terra depois do dilúvio, né? Foi na Roma que era preferivel o casamento entre familia para manter a “elite”?… Ué… Não sou a favor de pais que transam com as próprias filhas, afinal nascida e criada numa cultura cristã ocidental é natural que eu ache isso um absurdo.
    O que entendo é que essa minha visão é resultado da CULTURA, mas o preconceito com relação ao amor, entre pessoas, do mesmo sexo ou não, é o que?
    Em nome da ignorancia e preconceito, e pessoas com síndrome de ovelha, carneirinho [whatever] é que milhões de mulheres e crianças foram, e são, assassinadas em carnificinas como no holocausto ou guerras provenientes de interesses politicos…
    Mas isso não é preocupante afinal, temos um casal que se ama e quer ter filhos, crianças para ter um lar, educação e serem amadas. Que absurdo, não?!…

    Sem mais!

  17. 17 março, 2009 6:46 pm

    Não sabia da matéria da revista. Que bom que vc postou aqui. Agora é torcer pra que as duas tenham sucesso na Justiça no que diz respeito ao registro das crianças no nome das duas.

  18. ARIANE permalink
    17 março, 2009 11:30 pm

    Adorei esse artigo,o sonho e a felicidade se materializam e rompem barreiras de preconceitos…eu e minha namorada estendemos nossos anceios por uma vida juntas de forma mais completa,gerando uma vida também fruto e prova de um amor verdadeiro.

  19. Té Pazzarotto permalink*
    17 março, 2009 11:50 pm

    [Ellen]

    É pra ‘parecer mais simpática’…rs

  20. Ellen permalink
    19 março, 2009 4:20 pm

    Que bessstaaa!!!rsrs…
    adorei sim.

  21. Prof. Enézio de Deus permalink
    21 março, 2009 11:39 am

    Té, parabéns pela divulgação de informações tão relevantes ao reforço da cidadania das(os) LGBT. Foi um prazer, também, conceder a entrevista ao seu blog. Abraço!

  22. vany permalink
    23 março, 2009 5:38 pm

    Adorei essa reportagem.. Tbm pretendo ter filhos com minha namorada. Parabens…bjos

  23. mel permalink
    26 março, 2009 1:12 am

    Bom sem palavras a materia ficou perfeita!
    amei ler cada entrelinha..so o que mi deixa com raiva e o preconceito besta de pessoa inginorantes que pensa que sabe de tudo..En quanto DEUS nao dece do ceu e dizer eu repudio e já mais sera aceita na minha casa..o amor entre duas mulher e dois homem é posivel e verdadeiro e é um amor puro como outro amo quaquer sim…

    sou casada a quase 4 anos e eu e minhas esposa estamos procurando medico q nos ajude a ter nosso filho..e se posivel um time de basquete conpleto rsrs tenho 22 anos ela tem 23 ela trabalha na secretaria da fazenda de recife eu eu sou desaine e trabalho en conputação grafica..
    Espero que um dias um mundo deixe de ser preconceituoso e deixe todos viver com igualdade…E que todos homoxesuas se juntem para lutar por essa igualdade e respeito…

    PARABENS…BJS

  24. Tam permalink
    27 março, 2009 6:30 pm

    Demais!! Adorei a matéria, a postura delas está corretíssima a meu ver, espero que tudo funcione perfeitamente bem e enfim tenhamos um precedente, um passo a mais na caminhada da igualdade.
    A-do-rei o blog estarei aqui sempre^^
    Parabéns Té
    ahh e que foto linda 🙂

  25. Té Pazzarotto permalink*
    27 março, 2009 10:20 pm

    Que bom que você gostou do blog…, e obrigada(foto).

    Apareça mesmo =D

  26. Bruxa da Floresta permalink
    3 abril, 2009 4:50 am

    Matéria incrível,e espero que realmente abra caminho para vários outros casais,inclusive pra mim,que namoro duas pessoas,um homem e uma mulher,dessa forma,nós tres poderiamos ser pais da mesma criança,isso seria maravilhoso.
    E quanto ao nosso amigo bom samaritano…quando Jesus disse “amai-vos uns aos outros como eu vos amo” ele não fez distinção entre homens,mulheres,negros,brancos,enfim, se ele,que trazia a palavra de Deus jamais condenou o amor,quem é vc,rélez mortal e acomodado para julgar alguém????

  27. Elis permalink
    5 maio, 2009 12:07 pm

    Luiz seu animaalll, ignorante…

    bjo meninas, parabéns pelas crianças!
    =D

  28. Léa Strega permalink
    25 maio, 2009 6:23 pm

    Matéria sensível e muito significante. É muito bom saber que apesar da intolerância, o amor triufa. Quanto ao Sr. Luís que nem sabe escrever direito, tenho uma coisinha a dizer: Vai estudar, analfabeto, pra depois formular uma crítica descente.

  29. Fabinho permalink
    8 junho, 2009 12:47 pm

    Enterressante.

  30. mariana araujo permalink
    5 julho, 2009 8:54 pm

    Serão paridos e amamentados por Adriana, de pele marrom e cabelo que nasce crespo. Mas terão a cara de Munira, branquinha e de cabelo liso.((PQ NN O CONTRÁRIO????)).
    OLHA O RACISMOO MINHA GENTEEE!!!!!

  31. Vanessa permalink
    20 setembro, 2009 8:26 am

    sou lésbica, lesbianismo é lindo, maravilhoso e intenso. As pessoas vem contra nossa opção mas depois vem querendo dar umas de santas e “anti racistas”, mas são peconceituosas em outros sentidos. Não passam de pseudo fascistas. Tenho minha namorada a mais de 10 anos e não a troco por homem algum. O heterossexualismo é fadado, afinal, quantas crianças não estão em orfanatos e outras são estupradas e jogadas de prédios.

  32. Lary permalink
    15 outubro, 2009 12:57 pm

    Ah muito linda a matéria e a conquista das mães,
    realmente emocionante e encorajadora.
    Parabéns ao blog!

  33. 27 outubro, 2009 2:17 pm

    adorei a materia,estou gravida de 7 meses e moro com minha mulher a 3 anos e meio.o meu jeito de engravidar foi um pouco diferente(NAO FIQUEI COM HOMEM P/ISSO)mas graças a deus deu tudo certo, eu ela estamos anciosas pela chegada da sophia,so quero saber se ela podera registrar a sophia tb,pois faço questao de ter o nome de minha esposa na certidao de nossa filha.minha familia me apoia muito e a dela tb, o resto que se dane ninguem paga nossas contas e se alguem me disse algo ou disser p/nossa filha agente resolve no forum,mas ninguem se atreve pois nao levo disaforo p/casa.muitas felicidades a vcs e duas, e que essa duplinha linda traga muitas felicidades a vcs fiquem com deus…

  34. Talline permalink
    31 outubro, 2009 1:37 pm

    Bem começo dizendo que não sou lésbica, tenho 23 anos e sou casada e tenho um filho e estou gravida, parei nesse site atraves de uma procura no google sobre adoção homoafetiva, pois esse é o tema que vou apresentar em um trabalho do meu curso de direito, e achei muito interessante a materia, pois na realidade mesmo não sendo do tema que estava procurando ajudou a abrir os meus olhos para essa situação que na realidade o mundo não quer ver, tenho meus conceitos religiosos, mas não por isso deixo de pensar no amor que essas pessoas, “Vcs” podem dar para essas crianças, percebi pelos depoimentos de vcs nessa materia, então deixa claro para mim que não importa se terá duas mães ou dois pais, importa o amor que essa criança receberá muito melhor que ter um familia ” comum” que bate e explora sexualmente de uma criança, isso sim é inadimissivel, as crianças de 2 mães ou 2 pais iram sim enfrentar grande preconceito pela sociedade, pois não posso negar que não acha estranho, mas na verdade não importa o que penso ou o que as pessoas pensam, importa sim o amor que essas crianças receberam… Que tal perguntar para um criança abandonada e sem familia se ela preferi ficar la ou morar com maes ou pais do mesmo sexo? Tenho certeza que ela preferirá constituir uma familia, e se sentir segura, recebendo amor, dessas pessoas que são sim normais!
    Agradeço pelo materia e seus comentarios, mesmo eu n sendo defensora nem acusadora de relação homoafetiva, como mãe e futura advogada sei agora o que defender no meu trabalho sobre adoção homoafetiva e na minha futura carreira!
    Fiquem com Deus!!

  35. Ciara permalink
    19 novembro, 2009 9:50 pm

    Adorei a matéria!E mais ainda o conhecimento de história, sociologia, direito e ética da garotas, porque são conhecimentos básicos que a maioria aprende na escola e simplismente carimba o dogma religioso ou um conhecimento vulgar em sua vida como uma verdade absoluta, e fecham os olhos para as mudaçam que aconteceram nesses séculos.
    Estamos na era da informação, e infelismente também na era da manipulação da informação e é ai, que os grandes meios de comunicação garantem a apatia, a massificação e o controle das emoções de pessoas sem identidade.
    Essa matéria traz de forma clara o que é a evolução e nos deixam felizes por apresentar pouco risco para as futuras mamães e papais.
    Sou estudante de Direito, não sou a favor da causa, sou a favor do amor…E que o Amor vença, porque a garantia da causa vai ser apenas uma consequência do Amor, porque só ele dignifica a humanidade.
    Beijos e sucesso garotas.

  36. Jonathan permalink
    25 fevereiro, 2010 3:01 am

    Nossa isso me surpreendeu, cofesso que tbm me emocionei.

    Olha a ignorancia chega a tal ponto, se duas pessoas se amam não importando o sexo, por que não? não entre familia claro.

  37. Vanessa Borges permalink
    30 abril, 2010 9:38 am

    ….gente que coisa mais linda essa materia,essa noite eu e minha parceira a mais de 2 anos sonhavamos juntas de ter outro filho devido eu ja ter uma menina de 4 anos em uma uniao passada optamos por ter agora o nosso bebe juntas e nao sabiamos por onde comecar vendo agora essa materia da Munira nos alegrou muito….e nossos planos mudaram completamente agora a vontade de ser mae duplicou…to muito feliz ….e muito grata tbm!

    • 30 abril, 2010 11:47 am

      Que bom, também fiquei feliz em saber!
      Boa sorte pra vocês, de verdade!

  38. Ana permalink
    15 maio, 2010 4:09 pm

    Eu acho lindo uma atitude de um casal como vocês!
    Muitas felicidades!

  39. Bruna permalink
    28 maio, 2010 2:28 pm

    Realmente lindo!

    Tenho uma namorada à 3 anos, tenho 18 anos e ela 19!
    Ambas queremos filhos, e sou louca para engravidar.
    Como as meninas queremos fazer inseminação, com os óvulos da minha namorada!

    Mais hj, eu realmente queria saber se elas conseguiram na justiça registrar as crianças juntas!?

    Ps: Gostei da resposta da Té para o Luiz!

    Se ele acha o homosexualismo anormal o que ele veio fazer aqui?
    Fico triste por ter pessoas tão ignorantes no mundo!

    • 28 maio, 2010 5:16 pm

      Obrigada Bruna.
      Nesse caso especificamente, não tenho novidades pois não acompanhei o caso. Mas casos semelhantes foram contemplados. Se você der uma olhada aqui pelo blog, vai achar algumas notícias felizes.
      Beijos e boa sorte.

  40. 23 junho, 2010 3:25 pm

    axei a materia muito boa,hoje em dia o q mais tem e preconceito.e as pessoas q tem preconceito não estão com nada não,elas são burras,essas pessoas acham q não pode haver amor entre casais do mesmo sexo.

  41. 23 junho, 2010 3:32 pm

    a materia é linda boa sorte!!!

  42. Nilza Seli permalink
    28 junho, 2010 2:19 pm

    Vamos aplaudir uma dupla de lésbicas que resolveram imitar uma família. Pobre criança! Já condenada a ser anormal, pois vai viver ao lado de duas anormais. Breve poderemos ler também uma reportagem de uma dupla de lésbica onde uma delas espera um filho gerada por esperma de um cavalo. Não se sabe o que vai nascer. A reportagem acima não faz nenhuma sentido, é o cúmulo da anormalidade.

    • 28 junho, 2010 4:57 pm

      Tirando a parte de ser filho de uma lésbica, sabe-se sim o que vai nascer: alguém com a sua mentalidade.

    • sarah permalink
      3 dezembro, 2013 12:46 pm

      já que vc acha isso uma anormalidade deve apoiar as mães que abandonam seus filhos em caçambas de lixo ou coisas assim não é mesmo????
      se vc não esta a favor o que esta fazendo em um blog como esse?
      se liga minha querida enquanto muitas tem a facilidade de ter um filho e quando tem não dão o devido valor aquelas que dariam tudo para ter um filho são obrigadas a passar por tamanho preconceito…
      por que duas lésbicas não podem dar a uma criança muito amor e carinho???
      Já que vc não esta a favor não apareça mais por aqui isso é um favor que nos faz…
      Peço desculpas a Té P. se disse alguma coisa que não tenha te agradado…

      OBS: Nilza Seli vc deve ter sido feita com esperma de alienígena…

      • 3 dezembro, 2013 10:40 pm

        Imagina, Sarah.
        Quem fala o que quer está disposto a ouvir também…

  43. herica permalink
    4 julho, 2010 9:30 am

    achei maravilhoso o fato das duas engravidarem juntas pois também sou lésbica e sonho muito com os nosso bebes, que eu ainda quero tem com a minha mulher.

  44. Lynn permalink
    17 agosto, 2010 5:38 pm

    Achei seu site pq estava buscando umas fotos, e me impressionei com a matéria.Tomara que um dia o Brasil possa avançar nessas questões. Vire fã do blog, e muito obrigada por postar!
    Quantos aos comentários idiotas, o que dizer, ignorância um dia ha de ser vencida.
    (Esperma de cavalo Nilza Seli? Por favor guarde suas prêferencias para si, ok…)

    • 17 agosto, 2010 10:23 pm

      Que bom que você gostou do blog…
      Realmente, ignorância é um “problema”!

  45. 21 agosto, 2010 5:42 pm

    Eu adorei essa historia…eu tbm faço planos em ter um filho com a minha namorada,espero q um dia isso seja possivel.

  46. Cecinha Maria permalink
    24 novembro, 2010 4:42 am

    A matéria é perfeita,fico muito orgulhosa pelas duas,são um exemplo.

    Quero muito ter um Baby com minha namorada Juliane Alves (Macaxeira)

    As duas estão de parabéns,lição de vida confesso que elas são as nossas

    Musas inspiradoras,gostaria de dar os Parabéns pela matéria,Sucesso!!!

    Queria dizer tb q Infelismente ainda tem muita gente ignorante no mundo.

    Tenho Pena dessas Pessoas.

    • 24 novembro, 2010 4:44 am

      É uma pena mesmo, por isso temos que nos esforçar em dobro para melhorar esse mundo…

  47. Danielle Aguiar permalink
    5 outubro, 2011 4:59 pm

    Adorei a matéria! Sou estudante do curso de direito e meu tema de monografia é sobre a adoção homossexual, tema polêmico , mas necessário ser discutido. Eu e minha namorada desejamos morarmos juntas, já temos filhos de um relacionamento heterossexual, mas pretendemos formar uma família e já discutimos a possibilidade da adoção. A nossa vontade de realizar esse sonho vem do amor que sentimos uma pela outra! E acredito que a nossa legislação deveria ser pautada tão somente no amor e no princípio da dignidade da pessoa humana, que é tendo uma família e um lar , seja ela pautada no amor e na verdade.- é disso que uma criança precisa.

  48. 15 janeiro, 2012 10:40 pm

    Estou torcendo para q as duas mães consigam registrar a criança. Achei fantástica a matéria, ja q eu encontrei o blog por acaso, eu estava aki pesquisando uma clínica de reprodução humana, já que eu e minha namorada temos o sonho de ter um filho tbm e que ele possa ser registrado por nós duas. Isso nos animou mto e nos encorajou mais ainda.. Boa sorte para as duas!!

  49. mry permalink
    18 julho, 2012 3:24 am

    eu to emocionada com a matéria era e resposta que procurava eu to quase me casando e pretendemos ter filhos e achei o máximo o casal e meu estas pessoas que tem preconceito num sei pra que entra ness site pra crítica
    olha QUEM NÃO AJUDA NÃO ATRAPALHA
    pro casal da reportagem DESEJO TODA A FELICIDADE DO MUNDO PRA VOCÊS

  50. sarah permalink
    30 novembro, 2013 5:33 pm

    nossa era tudo que eu estava procurando…
    namoro uma mulher e nos duas queremos ter filhos pensei que nao era possivel mais agora eu vejo que é sim…
    mto perfeito o post…
    eu amo minha mulher e ela me ama e nao tera prova de amor mais linda do que essa tanto pra uma quanto pra outra…
    ainda é novidade pra minha familia mais estou disposta a lutar por tudo e por todos para ficar do lado dela…

    • 30 novembro, 2013 9:03 pm

      Que bom, Sarah!
      Boa sorte!

      • Sarah permalink
        2 dezembro, 2013 8:04 am

        obrigada pelo apoio mesmo sendo poucos a meu favor os que estao é uma grande ajuda e um enorme incentivo…
        os desentendimentos com a familia nao me desanimam nao muito pelo contrario enquanto mais eles proibem mais o nosso amor se fortifica…

      • 2 dezembro, 2013 4:11 pm

        Imagina, Sarah!
        Realmente desejo toda sorte, que haja paciência e planejamento nesse passo tão importante que é ter um filho.

        Beijos

      • sarah permalink
        3 dezembro, 2013 12:34 pm

        realmente tem que ter planejamento e nos duas já estamos fazendo tudo com muita paciência e cautela para que tudo saia como as duas querem…
        isso ainda vai demorar um pouquinho temos muito a fazer antes de termos um filho pois temos que ter uma casa carro um emprego fixo pras duas…Enfim, estamos planejando tudinho…
        obrigada pelas respostas…

        Beijos…

      • 3 dezembro, 2013 10:38 pm

        Que bom!
        Novamente, boa sorte! =)

  51. 25 dezembro, 2013 11:05 pm

    Gente,q barbaridades escreveram aq,fico impressionada como um ser humano pode ser tao preconceituoso!
    Agr uma duvida q eu tenho: se essas pessoas são tão preconceituosas e abominam essa opção” diferente” dos outros,pq estao aq?
    Kkkk a hipocrisia dessas pessoas me faz rir.
    Bjus.

  52. 25 dezembro, 2013 11:19 pm

    Se me permite,quero fazer uma certa observação…a pessoa,apos disparar uma séries de críticas inacreditáveis,c comparações absurdas de atos incesto,vem dizendo q nao eh preconceito n…aaaaaah faça uma favor pro povo GLBT,vai se conscientizar,estudar do q eh homossexualidade primeiro,dps vem falar aqui…isso eh pra nao façar as neiras e ainda acabar passando vergonha como acabou de passar.
    2beijos povo preconceituoso. Quanto mais falam,mais aumenta meu ibope.

  53. bêbê permalink
    20 janeiro, 2014 8:57 pm

    Os que os preconceituosos acham bonito é ver o s homens matando suas companheiras estuprando crianças em fim, Será que Deus não repudia isso??? Bando de IDIOTAS.

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